Madona Diamantina





Madona Diamantina, Aquarela, por Ricardo Ribeiro Machado© 


 Aquarela inspirada na "Madonna Sistina" de Rafael Sanzio, feita para um jardim de infância de uma associação comunitária na cidade de Palmeiras localizada na Chapada Diamantina, Bahia.



Mestre Jesus




Mestre Jesus, Crayon, por Ricardo Ribeiro Machado© 





   O Mestre Jesus ocupa uma posição especial na Fraternidade Branca, mais do que o ser tão conhecido e louvado pela religiões cristãs, ele é o ser que nos inspira para que sejamos mais tolerantes, solidários e amorosos. Através dele podemos obter a chave de acesso ao coração, nos aprimorando e tornando a nós mesmos seres crísticos, vibrando no amor e na compaixão, quando nós deixamos de ser simplesmente seres humanos para que nos tornemos seres humanitários.
  O ser crístico, que existe dentro em cada um, se expande através da vibração cardíaca, quando acessamos a rede do amor universal que tem no Mestre Jesus um dos maiores representantes, mas cada um que acessa a frequência do amor incondicional pode expandir seu ser crístico e vibrar junto a outros seres que seguem esse mesmo padrão, independente de credo e religião.
  O Mestre Jesus, o Cristo, desperta e ativa o Cristo interno em cada um de nós, nos inspirando pelo seu exemplo de amor incondicional, compaixão pelo próximo, doação humanitária, dedicação apaixonada aos outros, sabedoria voltada ao sentimento e humildade dentro de sua perfeição.




2018 - Ser Múltiplo


                                                          Unidade e Multiplicidade




Arcanjo de 2018, crayon , por Ricardo Ribeiro Machado ©



    No ano que se inicia estão atuantes novas frequências universais, que atingem tanto ao nosso planeta coletivamente quanto individualmente a cada um. Elas nos identificam como seres únicos mas em conjunção com outros seres também únicos que estão todos unidos, se atraindo ou se repelindo, num complexo conjunto de relações e associações, por cumplicidade ou inimizade.
  Mas, antes de nos associarmos a outros , seja por empatia ou por um propósito comum, devemos estar conscientes do que somos e unir as diversas partes que compõem o nosso ser único, nos assumindo como uma individualidade onde se manifestam vários níveis de tons e frequências.
   Para isso devemos nos ver internamente e externamente, enxergar por inteiro toda a nossa complexidade, sem crítica nem julgamento, aceitar nossas aptidões e limitações, reconhecer nossas resistências e nossas fraquezas, sem apontar defeitos e sabendo que a parte que nos bloqueia num ponto pode nos levar a outro ponto onde podemos estimular o crescimento de várias outras partes. Aquilo a que fomos levados a ver em nós como mau e destrutivo pode ser uma base de evolução para construirmos algo muito mais forte e melhor para nós mesmos.
  Depois que fizermos essa conjunção e essa construção, pessoal e interna, podemos ir ao nosso externo e nos aliarmos a outros seres na mesma vibração que também contribuam para uma evolução pessoal mútua e coletiva, expondo o melhor de cada um enquanto expressão individual e única da consciência divina, numa comunhão que se multiplicará em grupos maiores e resultará num aprimoramento coletivo, cada vez mais amplo e intenso, acessível para toda a humanidade.
  Com isso desejo a todos um feliz 2018.